PENNAC,Daniel- Como um romance;tradução de Leny Werneck. - Porto Alegre,RS: L e PM; Rio de Janeiro: Rocco,2008. 152 p.- (coleção L e PM Pocket; 722)
COMO UM ROMANCE, UMA OBRA DE DANIEL PENNAC TRADUZIDA POR LENY WRNECK,DISPOSTA EM QUATRO PARTES, 57 CAPÍTULOS SUCINTOS ATÉ A III PARTE,SENDO QUE NA PARTE IV O AUTOR APONTA OS DIREITOS INPRESCINDÍVEIS DO LEITOR, QUE SÃO DEZ.
O LIVRO FALA SOBRE A LEITURA E, AO LONGO DO MESMO, É ABORDADA COM SUTIS CRÍTICAS QUE CONSEGUEM PENETRAR O ÍNTIMO DE QUEM LÊ.
SUA PRIMEIRA E PRINCIPAL CRÍTICA É ACERCA DA LEITURA COMO DOGMA. PENNAC UTILIZA-SE DA IMAGEM DE UM MENINO QUE, SUBENTENDE-SE SER ELE MESMO,PRECISA TERMINAR DE LER UM LIVRO DE QUASE 400 PÁGINAS, SENDO ESTE UMA TAREFA DA ESCOLA.O MENINO FAZIA DA LEITURA UM FARDO QUE AUMENTAVA DE TAMANHO SOB O OLHAR DAS PRESSÕES EXTERNAS: PAIS E PROFESSORES...
O AUTOR TAMBÉM CRITICA O MODO METÓDICO COMO A ESCOLA TRATA A LEITURA,O QUE PROVOCA UM DISTANCIAMENTO ENTRE LEITORES E LIVROS. AQUELES TRAZEM EM SI O MEDO QUE ALIMENTA A MÁ VONTADE EM LER.ESTE MEDO É O DE NÃO COMPREENDER QUE, MUITAS VEZES, REFERE-SE AO RECEIO DE NÃO CORRESPONDER ÀS EXPECTATIVAS DE QUEM IMPÕE A LEITURA.
DANIEL PENNAC APRESENTA IMPORTANTES DICAS DE RECONCILIAÇÃO COM A LEITURA COMO "NÃO PEDIR NADA EM TROCA"(p. 110), NÃO ENCARÁ-LA COMO UM DEVER ATÉ PORQUE A CURIOSIDADE E A VONTADE SÃO DESPERTADAS E NÃO FORÇADAS.
PENNAC OFERECE PRECIOSAS PISTAS AO SEU LEITOR DE COMO DESPRENDER A LEITURA DAS ESTRELAS E ASSIM INFECTAR OUTRAS PESSOAS COM O GOSTO DE LER. O PRÓPRIO AUTOR DIZ QUE "NÃO HÁ MELHOR MANEIRA DE ABRIR O APETITE DE UM LEITOR , DO QUE LHE DAR A FAREJAR UMA ORGIA DE LEITURA"(p. 112).
SEGUNDO O AUTOR, OS LIVROS NÃO FORAM FEITOS PARA QUE SE EMANEM COMENTÁRIOS A SEU RESPEITO, MAS PARA SEREM LIDOS. ENTRETANTO, NOSSA VIDA EM SOCIEDADE, EXIGE QUE SAIBAMOS COMENTÁ-LOS E ASSIM, COMO DIZ PENNAC, "O COMENTÁRIO REINA ABSOLUTO A PONTO DE ESCONDER O OBJETO COMENTADO"(p. 119). ESSE FENÔMENO, DE ACORDO COM ELE,CHAMA-SE COMUNICAÇÃO, QUE SEMPRE NOS IMPÕE A RETÓRICA DO MERCADO...
DANIEL APONTA COMO POSITIVO O FATO DE PAIS LEREM HISTÓRIAS PARA SEUS FILHOS DESDE DE CEDO, E CONTÁ-LAS DE MODO A INSTIGAR E AGUÇAR A CURIOSIDADE, COM PRAZER, ATENÇÃO E RESPEITO À OBRA E AO LEITOR(OUVINTE).
AO FINAL DA LEITURA DE COMO UM ROMANCE, REVELA-SE O MISTÉRIO DA PEDRA FILOSOFAL QUE ENVOLVE A MAGIA DA LEITURA E A DESCOBERTA DO LEITOR EM POTENCIAL QUE EXISTE EM TODOS NÓS.
RITA DE CÁSSIA (PEARL CASTLE)
sábado, 14 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
SEM REBUÇO, CRUDU.
E me dou o direito de errar sem me cobrar, e acertar sem me gabar, porque descobri, no caminho incerto da vida,
que o mais importante é decidir.
E decidi, de uma vez por todas, ser feliz e esse caminho não tem volta!!!
(Paulo Roberto Gaefke Apud Sil do "Entre Aspas")
(...) E hoje, repetindo Bataille:
"Sinto-me livre para fracassar."
(Hilda Hilst Apud Sil do "Entre Aspas")
RITA DE CÁSSIA (PEARL CASTLE)
que o mais importante é decidir.
E decidi, de uma vez por todas, ser feliz e esse caminho não tem volta!!!
(Paulo Roberto Gaefke Apud Sil do "Entre Aspas")
(...) E hoje, repetindo Bataille:
"Sinto-me livre para fracassar."
(Hilda Hilst Apud Sil do "Entre Aspas")
RITA DE CÁSSIA (PEARL CASTLE)
**Q SE TENHA CLARO QUE HERRAR É UMANO, E QUE APRENDER COM OS ERROS É MAIS HUMANO AINDA. O FRACASSO NÃO É NADA SE VC O ENCARA COMO UM OBSTÁCULO POSITIVO E NECESSÁRIO PARA O CRESCIMENTO.
CRUDU MTO CRUDU, ASSIM SOU EU.
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crudu
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
SINCERAMENTE...
QUEM É QUE FALA POR VOCÊ?
NATURALMENTE VC DIRIA: ORA! EU MESMO.
MAS NÃO É EM TODAS AS SITUAÇÕES DA SUA VIDA Q VC FALA POR SI. NAS ELEIÇÕES VC DELEGA RESPONSABILIDADES A ALGUÉM E DEPOIS NEM COBRA, - ACOMODADO!!-.
E O MAIS ENGRAÇADO É QUE TEM GENTE QUE ACHA QUE É MTO CAPAZ DE FALAR PELOS OUTROS, AINDA MAIS SE ESSES OUTROS SÃO CRIANÇAS: OS MINIADULTOS,OS TÁBULAS RASAS, AS MASSINHAS DE MODELAR,OS COITADINHOS QUE Ñ SABEM LER NEM ESCREVER,Ñ SABEM DE NADA!!!
QUE DISCURSO MAIS CAPENGA E MEDÍOCRE HEIN?
ATÉ PARECE Q AS CRIANÇAS SÃO TAPADAS E IDIOTAS.
HÁ PESSOAS TRABALHANDO NA EDUCAÇÃO QUE TÊM A CONVICÇÃO DE QUE AS CRIANÇAS SÃO SERES SEM RAZÃO...
ATÉ ENTENDO QUE MTAS DESSAS PESSOAS FAZEM ISSO POR Ñ SABEREM MESMO ,MAS NADA JUSTIFICA UM PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO,EM TESE, FORMADO E QUALIFICADO PARA TRABALHAR NESSA ÁREA, QUE FAZ DISCURSOS INFLAMADOS CONTRA ESSA LINHA DE PENSAMENTO PORÉM AO MESMO TEMPO AGE DE FORMA TÃO GROTESCA CONCORNDANDO COM TAL POSIÇÃO, AO INVÉS DE SENTAR E DISCUTIR A RESPEITO DA PROBLEMÁTICA A PROCURA DE SOLUÇÕES...
DEPLORÁVEL SITUAÇÃO...
ME DESCULPEM SE FUI GROSSA, MAS ISSO ME INCOMODA DE UM MODO....
REPARE BEM QUE VOZES É QUE VC DEIXA Q SE MOSTRE AOS OUTROS E QUAIS É QUE VC SUFOCA. SE TIVER CONSCIÊNCIA, SABERÁ DISTINGUIR.
RITA DE CÁSSIA (PEARL CASTLE)
NATURALMENTE VC DIRIA: ORA! EU MESMO.
MAS NÃO É EM TODAS AS SITUAÇÕES DA SUA VIDA Q VC FALA POR SI. NAS ELEIÇÕES VC DELEGA RESPONSABILIDADES A ALGUÉM E DEPOIS NEM COBRA, - ACOMODADO!!-.
E O MAIS ENGRAÇADO É QUE TEM GENTE QUE ACHA QUE É MTO CAPAZ DE FALAR PELOS OUTROS, AINDA MAIS SE ESSES OUTROS SÃO CRIANÇAS: OS MINIADULTOS,OS TÁBULAS RASAS, AS MASSINHAS DE MODELAR,OS COITADINHOS QUE Ñ SABEM LER NEM ESCREVER,Ñ SABEM DE NADA!!!
QUE DISCURSO MAIS CAPENGA E MEDÍOCRE HEIN?
ATÉ PARECE Q AS CRIANÇAS SÃO TAPADAS E IDIOTAS.
HÁ PESSOAS TRABALHANDO NA EDUCAÇÃO QUE TÊM A CONVICÇÃO DE QUE AS CRIANÇAS SÃO SERES SEM RAZÃO...
ATÉ ENTENDO QUE MTAS DESSAS PESSOAS FAZEM ISSO POR Ñ SABEREM MESMO ,MAS NADA JUSTIFICA UM PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO,EM TESE, FORMADO E QUALIFICADO PARA TRABALHAR NESSA ÁREA, QUE FAZ DISCURSOS INFLAMADOS CONTRA ESSA LINHA DE PENSAMENTO PORÉM AO MESMO TEMPO AGE DE FORMA TÃO GROTESCA CONCORNDANDO COM TAL POSIÇÃO, AO INVÉS DE SENTAR E DISCUTIR A RESPEITO DA PROBLEMÁTICA A PROCURA DE SOLUÇÕES...
DEPLORÁVEL SITUAÇÃO...
ME DESCULPEM SE FUI GROSSA, MAS ISSO ME INCOMODA DE UM MODO....
REPARE BEM QUE VOZES É QUE VC DEIXA Q SE MOSTRE AOS OUTROS E QUAIS É QUE VC SUFOCA. SE TIVER CONSCIÊNCIA, SABERÁ DISTINGUIR.
RITA DE CÁSSIA (PEARL CASTLE)
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Analise do texto "O que é leitura" Maria Helena Martins
O livro "O que é leitura" da autora Maria Helena Martins nos apresenta inúmeras questões a serem consideradas por nós futuros pedagogos, sobretudo, como bolsistas do PIBID, haja vista nossa atenção está centradas em desenvolver atividades de práticas de leitura que formem novos leitores. A obra nos traz pontos importantes de serem refletidos, como a tese defendida pela autora de não se pensar a leitura estritamente no terreno dos escritos, más percebermos que fazemos diferentes leituras do contexto mais geral no qual estamos inseridos, e que essas leituras que iniciam no nível pessoal vão se ampliando no decorrer das experiencias da vida.
Asssim, a autora nos traz novos horizontes para se pensar a leitura, ou melhor as diversas leituras que nos são solicitadas nos diferentes momentos da nossa vida, ter domínio dos mecanismos que constituem essas situações nos permite não só compreende-las mas intervir quando necessário.
Entre muitos pontos interessantes da obra, é notável que ao afirmar que a escola se configura como oportunidade única para alguns alunos de ter contato com a leitura, a autora nos induz a pensar no modo como a leitura tem acontecido, se tem sido limitada aos livros didáticos, ou se estendido a outras leituras que possam contribuir para alargar a visão dos alunos, despertar a sensibilidade, a criticidade, ou tem servido como ponte para estudar aspectos estruturais na aula de portugues.
Devemos considerar que os niveis de leitura apresentado pela autora servem de norte para planejarmos nossas atividades, pois facilita a percepção do nivel em que cada aluno se encontra no ato de ler , seja no nivel sensorial- leitura através dos sentidos- seja no nivel emocional- no campo das emoções/sentimentos- ou ainda no nível racional- enfatizando a razão a partir de normas preestabelecidas ou quando interrelacioná-los na leitutra. Nesse sentido, ter conhecimento destes nos forneceu elementos que torna possivel a compreenssão das diferentes reações dos alunos frente a leitura.
De todo modo se pretendemos alcançar a leitura efetiva nos nossos alunos, que nas palavras da autora essa efetividade ocorre quando se consegue promover a descoberta, a fantasia, a autonomia, a consciência da realidade, envolvendo as mais diferentes leituras das expressões da construção humana, a partir de uma perspectiva mais ampla que relaciona componentes sensoriais, emocionais e racionais, devemos nos atentar para o que é de interesse do aluno, buscando despertar o gosto pelo o que lhe é desprezado, tendo consciencia que sua atitude amistosa ou conflitante no ato de ler , resulta de alguma situação vivencida anteriormente.
Portanto, fazer a leitura do livro foi de grande valia para nós, pois nos trouxe novos horizontes frente ao processo de aquisição da leitura, nos mostrando que não é um processo simples, mas algo que requer uma atençao especial, pois necessitamos desta por toda a vida, não no sentido mais elementar de codificar e decodificar os signos, todavia no sentido mais efetivo do ato de ler.
Asssim, a autora nos traz novos horizontes para se pensar a leitura, ou melhor as diversas leituras que nos são solicitadas nos diferentes momentos da nossa vida, ter domínio dos mecanismos que constituem essas situações nos permite não só compreende-las mas intervir quando necessário.
Entre muitos pontos interessantes da obra, é notável que ao afirmar que a escola se configura como oportunidade única para alguns alunos de ter contato com a leitura, a autora nos induz a pensar no modo como a leitura tem acontecido, se tem sido limitada aos livros didáticos, ou se estendido a outras leituras que possam contribuir para alargar a visão dos alunos, despertar a sensibilidade, a criticidade, ou tem servido como ponte para estudar aspectos estruturais na aula de portugues.
Devemos considerar que os niveis de leitura apresentado pela autora servem de norte para planejarmos nossas atividades, pois facilita a percepção do nivel em que cada aluno se encontra no ato de ler , seja no nivel sensorial- leitura através dos sentidos- seja no nivel emocional- no campo das emoções/sentimentos- ou ainda no nível racional- enfatizando a razão a partir de normas preestabelecidas ou quando interrelacioná-los na leitutra. Nesse sentido, ter conhecimento destes nos forneceu elementos que torna possivel a compreenssão das diferentes reações dos alunos frente a leitura.
De todo modo se pretendemos alcançar a leitura efetiva nos nossos alunos, que nas palavras da autora essa efetividade ocorre quando se consegue promover a descoberta, a fantasia, a autonomia, a consciência da realidade, envolvendo as mais diferentes leituras das expressões da construção humana, a partir de uma perspectiva mais ampla que relaciona componentes sensoriais, emocionais e racionais, devemos nos atentar para o que é de interesse do aluno, buscando despertar o gosto pelo o que lhe é desprezado, tendo consciencia que sua atitude amistosa ou conflitante no ato de ler , resulta de alguma situação vivencida anteriormente.
Portanto, fazer a leitura do livro foi de grande valia para nós, pois nos trouxe novos horizontes frente ao processo de aquisição da leitura, nos mostrando que não é um processo simples, mas algo que requer uma atençao especial, pois necessitamos desta por toda a vida, não no sentido mais elementar de codificar e decodificar os signos, todavia no sentido mais efetivo do ato de ler.
Acadêmica: Raiolene Matos
sábado, 31 de julho de 2010
Resenha comparativa entre O que é leitura e A menina que roubava livros


Comparamos o livro "O que é leitura "com o livro "A Menina Que Roubava Livros", o mesmo conta a historia de Liesel Meminger, que viveu na Alemanha durante a Segunda Guerra e sua historia é narrada por ninguém menos que a morte. A história trata de dois assuntos bem distintos que compuseram a vida da roubadora de livros: seus encontros com morte e os livros roubados. Liesel Meminger teve seu primeiro encontro com a Morte, quando viajava com a mãe e o irmão caçula, Werner, e tendo como destino a casa dos pais adotivos. Werner morreu no caminho e, a viagem foi interrompida para o seu funeral. Nesta ocasião, a pequena Liesel se encontra com a Morte e com seu primeiro livro “roubado”, o Manual do Coveiro, que é deixado cair na neve por um dos coveiros que seputara seu irmão. Vale dizer que na ocasião ela não sabia ler ainda e o livro significava, enquanto objeto uma ligação com o seu primeiro encontro com a Morte.
Após conhecer sua nova família e começar um relacionamento muito estreito com o bondoso Hans Hubberman (papai) e a pitoresca Rosa Hubberman (mamãe) Liesel continuava sem saber ler e tendo no Manual do Coveiro o objeto que a liga aos acontecimentos e sentimentos presentes na morte de Werner. Hans ao descobrir que Liesel tinha um livro e que não sabia ler, começou a dar-lhe aulas, mesmo porque na escola ela passava pelo constrangimento de estar na classe dos “anões”, como ela mesma dizia; houveram progressos e mais dois livros, desta vez não “roubados”, mas ganhos no natal, dados por Hans. Neste meio tempo surge uma personagem muito importante na nossa história, que acompanharia Liesel em seus “roubos” e eventuais aventuras, era Rudy Steiner – que se tornaria o grande amor de sua vida; bem, passemos agora para o segundo “roubo”, que aconteceu de maneira oportunista.
Toda a cidade de Molching fora convocada para assistir a fogueira que o III Reich acenderia naquele dia. Liesel estava lá, com seu uniforme da juventude Hitlerista; ouviu discursos acalorados e a apresentação dos objetos a serem queimados na fogueira, considerados subversivos. A fogueira foi acesa, celebrada e aos poucos deixada. Liesel continuou por lá com o pai por mais um tempo e quando começaram a limpar os restos da fogueira, Liesel viu escorregar dos destroços três objetos dentre eles um livro por título “O Dar de Ombros” que passou a fazer parte de sua coleção, agora de quatro livros. Os outro livros que viria conseguir saíram todos da casa do prefeito, da biblioteca de sua esposa. Logo após a aquisição dos Dar de Ombros, vemos entrar mais uma personagem em cena que faria toda diferença na vida de Liesel, era o lutador. O lutador na verdade era um judeu cujo pai fora amigo de Hans; ele prometera, caso fosse necessário, ajudá-lo, como a sua família. E esse dia chegou; Max Vandenburg ficou dois longos anos habitando o porão da casa dos Hubberman; nesse período ele contribuiu com dois exemplares para a coleção de Liesel; foram escritos em um Mein Kampf que teve as paginas pintadas de branco; o primeiro livro foi o Vigiador, onde fazia referência a sua vida até então, culminando com o tempo em que Liesel passava velando-o em seu coma de três dias; o segundo foi a Sacudidora de Palavras onde ele mostra o poder das palavras; foi concebido a partir da história ocorrida durante um aviso de ataque aéreo. Todos se abrigaram no porão da casa 45 da Rua Himmel que era considerado o mais seguro. Na ocasião os adultos estavam apreensivos e as crianças menores choravam. Foi então que a pedido de Hans a sacudidora de palavras começou a ler um de seus livros e fez com que as crianças se acalmassem e os adultos relaxassem. Esse ultimo livro foi escondido de Liesel a pedido de Max para que fosse entregue a ela só quando ela estivesse pronta.
O segundo encontro de Liesel com a Morte se deu logo após um bombardeio numa cidade. Rudy levou sua maleta de ferramentas que usava para facilitar um possível furto e que continha um item no mínimo inusitado, um ursinho de pelúcia. Ao chegarem ao local da fumaça encontraram nos destroços o piloto bem machucado; Rudy se aproximou, colocou o ursinho nos ombros do piloto e recebeu um obrigado, meio murmurado. O piloto morreria logo após. No terceiro encontro com a morte ela foi salva pelas palavras; enquanto a cidade dormia ela estava no porão escrevendo suas histórias e veio um bombardeio surpresa matando a todas as pessoas da rua Himmel, menos Liesel, que fora salva por estar no porão. Liesel só encontrou a Morte pra valer, já com uma idade bem avançada e bem longe dali, em Sydney.
O amor de Liesel pelo os livros é uma atração a parte. Os livros davam significado a sua vida. Concluímos, que o ato de ler nos faz esquecer dos problemas que estamos enfrentando , pois, uma leitura prazerosa nos permiti viajar em um mundo de fantasias, além de trazer reflexões sobre a vida, isto é que acontecia com Liesel ao realizar tal façanha, e comigo também,pois fomos a Alemanha Nazista de Hitler, ficamos aflita quando Liesel roubou seu primeiro livro e alimentos para sobreviver, e nos emocionamos junto com ela quando perdeu seu melhor amigo e seus pais adotivos.
Com relação ao livro O que é leitura, nós percebemos as varias formas de leituras, que não são feitas somente através de palavras, mas dos sentidos, como por exemplo o sentido que seu primeiro livro roubado lhe trazia, que era a morte de seu irmão Werner e a última vez que viu sua mãe.
Portanto, é essa viagem ao mundo surreal que nós bolsistas propomos inserir nas crianças e adolescentes com qual iremos trabalhar, aprimorar o gosto pela leitura, incentivá-los a conhecer outros mundos, a viver novas histórias e compartilhar experiências.
Após conhecer sua nova família e começar um relacionamento muito estreito com o bondoso Hans Hubberman (papai) e a pitoresca Rosa Hubberman (mamãe) Liesel continuava sem saber ler e tendo no Manual do Coveiro o objeto que a liga aos acontecimentos e sentimentos presentes na morte de Werner. Hans ao descobrir que Liesel tinha um livro e que não sabia ler, começou a dar-lhe aulas, mesmo porque na escola ela passava pelo constrangimento de estar na classe dos “anões”, como ela mesma dizia; houveram progressos e mais dois livros, desta vez não “roubados”, mas ganhos no natal, dados por Hans. Neste meio tempo surge uma personagem muito importante na nossa história, que acompanharia Liesel em seus “roubos” e eventuais aventuras, era Rudy Steiner – que se tornaria o grande amor de sua vida; bem, passemos agora para o segundo “roubo”, que aconteceu de maneira oportunista.
Toda a cidade de Molching fora convocada para assistir a fogueira que o III Reich acenderia naquele dia. Liesel estava lá, com seu uniforme da juventude Hitlerista; ouviu discursos acalorados e a apresentação dos objetos a serem queimados na fogueira, considerados subversivos. A fogueira foi acesa, celebrada e aos poucos deixada. Liesel continuou por lá com o pai por mais um tempo e quando começaram a limpar os restos da fogueira, Liesel viu escorregar dos destroços três objetos dentre eles um livro por título “O Dar de Ombros” que passou a fazer parte de sua coleção, agora de quatro livros. Os outro livros que viria conseguir saíram todos da casa do prefeito, da biblioteca de sua esposa. Logo após a aquisição dos Dar de Ombros, vemos entrar mais uma personagem em cena que faria toda diferença na vida de Liesel, era o lutador. O lutador na verdade era um judeu cujo pai fora amigo de Hans; ele prometera, caso fosse necessário, ajudá-lo, como a sua família. E esse dia chegou; Max Vandenburg ficou dois longos anos habitando o porão da casa dos Hubberman; nesse período ele contribuiu com dois exemplares para a coleção de Liesel; foram escritos em um Mein Kampf que teve as paginas pintadas de branco; o primeiro livro foi o Vigiador, onde fazia referência a sua vida até então, culminando com o tempo em que Liesel passava velando-o em seu coma de três dias; o segundo foi a Sacudidora de Palavras onde ele mostra o poder das palavras; foi concebido a partir da história ocorrida durante um aviso de ataque aéreo. Todos se abrigaram no porão da casa 45 da Rua Himmel que era considerado o mais seguro. Na ocasião os adultos estavam apreensivos e as crianças menores choravam. Foi então que a pedido de Hans a sacudidora de palavras começou a ler um de seus livros e fez com que as crianças se acalmassem e os adultos relaxassem. Esse ultimo livro foi escondido de Liesel a pedido de Max para que fosse entregue a ela só quando ela estivesse pronta.
O segundo encontro de Liesel com a Morte se deu logo após um bombardeio numa cidade. Rudy levou sua maleta de ferramentas que usava para facilitar um possível furto e que continha um item no mínimo inusitado, um ursinho de pelúcia. Ao chegarem ao local da fumaça encontraram nos destroços o piloto bem machucado; Rudy se aproximou, colocou o ursinho nos ombros do piloto e recebeu um obrigado, meio murmurado. O piloto morreria logo após. No terceiro encontro com a morte ela foi salva pelas palavras; enquanto a cidade dormia ela estava no porão escrevendo suas histórias e veio um bombardeio surpresa matando a todas as pessoas da rua Himmel, menos Liesel, que fora salva por estar no porão. Liesel só encontrou a Morte pra valer, já com uma idade bem avançada e bem longe dali, em Sydney.
O amor de Liesel pelo os livros é uma atração a parte. Os livros davam significado a sua vida. Concluímos, que o ato de ler nos faz esquecer dos problemas que estamos enfrentando , pois, uma leitura prazerosa nos permiti viajar em um mundo de fantasias, além de trazer reflexões sobre a vida, isto é que acontecia com Liesel ao realizar tal façanha, e comigo também,pois fomos a Alemanha Nazista de Hitler, ficamos aflita quando Liesel roubou seu primeiro livro e alimentos para sobreviver, e nos emocionamos junto com ela quando perdeu seu melhor amigo e seus pais adotivos.
Com relação ao livro O que é leitura, nós percebemos as varias formas de leituras, que não são feitas somente através de palavras, mas dos sentidos, como por exemplo o sentido que seu primeiro livro roubado lhe trazia, que era a morte de seu irmão Werner e a última vez que viu sua mãe.
Portanto, é essa viagem ao mundo surreal que nós bolsistas propomos inserir nas crianças e adolescentes com qual iremos trabalhar, aprimorar o gosto pela leitura, incentivá-los a conhecer outros mundos, a viver novas histórias e compartilhar experiências.
Leirinalva e Maria Jucineide
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Análise Comparativa entre o texto O que é Leitura de Maria Helena e o filme coração de tinta.
No texto O que é Leitura da autora Maria Helena Martins, a autora deixa explicito a importância de uma leitura prazerosa, pois quando apenas decodificamos ou seja quando conseguimos ler mecanicamente as letras, não conseguindo colocar sobre as mesmas um sentido necessário, a leitura fica desconexa e intediante. Comparamos este texto com o filme coração, onde o personagem gago, que não só decodificava as letras, mas fazia com que os personagens dos livros saíssem dos mesmos e ganhassem vida, o que mostra que quando se faz uma leitura prazerosa consegue-se ir muito além dos limites onde nos encontramos sem ao menos tiramos os pés do lugar onde estamos.
As Leituras peculiares de cada pessoa interfere diretamente na interação coma a palavra escrita, por isso é importante fazer com que as crianças comecem desde cedo a terem contato com a palvra escrita, com materiais escritos. Cabe aos pais e aos professores a incubência de incentivar as crianças a terem o hábito e gosto pela leitura. No filme coração de tinta vêmos a criança Meggie que desde bebê ouve histórias contadas por seu pai, o que acaba por despertar na mesma o gosto pela leitura, é exatamente nesse sentido que a autora enfatiza em seu livro, a propriciação de condições ideais para a prática e gosto pela leitura.
A todo o instante estamos realizando uma leitura de mundo, e a medida que vivemos vamos aprendendo a organizar sensações, emoçoes e razões, estes são os níveis da leitura. As sensações são tudo que provem dos sentidos, cheiro, cor e etc. nos livros podemos ir de encontro com essas sensações, seu cheiro, sua textura, suas ilustrações entre outras. A leitura emocional é aquela leitura realizada com emoção, quando por exemplo de faz uma leitura prazerosa certamente o leitor fica feliz, mas se a leitura não agradar o leitor certamente despertará um sentimento de tristeza, irritação, entre outras. A leitura racional é aquela realizada por nosso intelecto onde o que prevalece é a razão, é uma leitura analisada, pensada, refletida.
É importante que em uma leitura todos estes níveis estejam presentes para que a mesma seja completa, assim como o personagen do filme o sr. MO que unde todos os níveis de leitura para viver a história que cada libro tem a contar.
A leitura tem um poder muito grande, até mesmo de dominação, no filme coração de tinta, existe um vilão chamado CAPRICÒRNIO que usava da leitura um meio para conseguir o queria e coube a jovem Meggie e seu pai MO lutar com o vilão coma as mesmas armas que ele, a leitura. Certamente é de suma relevância que as classes menos favorecidas busquem o conhecimento da leitura para sobretudo lutarmos para não nos tornamos seres alienados.
Bolsistas da Esc. Mun. Alto da Boa Vista II: Leidiane, Mayra, Aurineide, Naiana e Socorro.
texto comparativo
Equipe I Alto da Boa VistaII
A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER
Paulo Freire
O QUE É LEITURA
Maria Helena Martim
ANÁLISE COMPARATIVA
A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER
Paulo Freire
Para Paulo Freire ler era muito mais que decodificar palavras; ler era perceber tudo a nossa volta, até o que não julgássemos importante para tanto nos conta um pouco de como foi seu aprendizado quanto a ler textos e palavras.
Com este texto contando suas lembranças de criança o autor nos convence que ler é gostoso, mesmo que não se conheça as letras ou palavras escritas, e que conhecer o mundo, o nosso mundo, é o primeiro passo para nos tornarmos bons leitores. O fato de termos curiosidade de conhecer o mundo não nos torna pequenos adultos mas, leitores preparados, com uma compreensão ampla.
Paulo Freire relata a importância que seus pais tiveram quando ele começou a ler a palavra escrita. O ponto chave do texto de Paulo Freire é que temos que alfabetizar as crianças com algo que faça parte do mundo delas e para tanto não precisamos de quadro negro e giz. As crianças podem e devem ser alfabetizadas em casa e a escola tem a obrigação de aperfeiçoar este conhecimento.
Paulo Freire diz ainda que ao forçarmos o aluno a ler textos e mais texto sem que estes despertem o interesse da criança, a leitura não será feita de maneira prazerosa, será feita por obrigação. Leituras realizadas dessa maneira são enfadonhas, sem sentido e não proporcionam o desenvolvimento do leitor.
Com este texto contando suas lembranças de criança o autor nos convence que ler é gostoso, mesmo que não se conheça as letras ou palavras escritas, e que conhecer o mundo, o nosso mundo, é o primeiro passo para nos tornarmos bons leitores. O fato de termos curiosidade de conhecer o mundo não nos torna pequenos adultos mas, leitores preparados, com uma compreensão ampla.
Paulo Freire relata a importância que seus pais tiveram quando ele começou a ler a palavra escrita. O ponto chave do texto de Paulo Freire é que temos que alfabetizar as crianças com algo que faça parte do mundo delas e para tanto não precisamos de quadro negro e giz. As crianças podem e devem ser alfabetizadas em casa e a escola tem a obrigação de aperfeiçoar este conhecimento.
Paulo Freire diz ainda que ao forçarmos o aluno a ler textos e mais texto sem que estes despertem o interesse da criança, a leitura não será feita de maneira prazerosa, será feita por obrigação. Leituras realizadas dessa maneira são enfadonhas, sem sentido e não proporcionam o desenvolvimento do leitor.
O QUE É LEITURA
Maria Helena Martim
Para a autora ler é perceber o objeto em sua essência total e o mesmo deve acontecer com pessoas. Ela ressalta que ler é muito mais que decifrar sinais que é algo mecânico, principalmente quando o assunto não é interessante fazemos uma leitura forçada que não nos possibilita a sua compreensão. A falta de compreensão tira o sentido da leitura para a vida do leitor.
A autora cita Paulo Freire que nos ensina a leitura de mundo que precede a leitura da palavra. Ainda no seu texto O que é leitura, contamos com duas sínteses literárias em um esforço para aprender a ler: Tarzan e Sartre tinham a curiosidade que se transformara em necessidade de desvendar e conhecer o segredo do mundo.
Maria Helena Martins diz que ler é se utilizar de todo conhecimento vivido e tentar resolver problemas que se apresentam na realidade, este é o lado bom da leitura. Dependendo do meio em que vivemos podemos ter formas distintas de leitura; uma trabalhadora rural diz não saber ler por isso não entende a televisão, ela associa a leitura da tv com a leitura de textos por isso rompe com a mesma. Segundo a autora ela se conforma com o fato de não saber ler por que não lhe causa frustração diante da realidade, ou seja ela não era incapaz de aprender a ler textos escritos só preferiu se conformar com a realidade dela.
Saber ler e escrever significa poder e liberdade, devido a isso o acesso a leitura, ao conhecimento é tão restrito. A autora faz uma crítica aos livros didáticos que ela chama manual da ignorância que atrapalha o aluno a desenvolver o gosto pela leitura, é mais correto ao professor construir uma leitura com o aluno do que para o aluno.
Ler e interpretar um texto depende do estado de espírito que estamos, por isso a necessidade dos três níveis de leitura: sensorial, emocional e racional. Sensorial – neste tipo de leitura temos que saber que antes de ser um texto escrito, o livro é um objeto, tem forma, cor, textura, volume e cheiro. Emocional – ficamos frágeis e vulneráveis pois escapam ao nosso controle, por isso nos emocionamos quando vemos cenas românticas ou trágicas em filmes e novelas. Racional – é uma leitura intelectual, sensata e refletida, quando conversamos com o autor e acompanhamos sua linha de raciocínio para resolver questões impostas por ele.
A autora cita Paulo Freire que nos ensina a leitura de mundo que precede a leitura da palavra. Ainda no seu texto O que é leitura, contamos com duas sínteses literárias em um esforço para aprender a ler: Tarzan e Sartre tinham a curiosidade que se transformara em necessidade de desvendar e conhecer o segredo do mundo.
Maria Helena Martins diz que ler é se utilizar de todo conhecimento vivido e tentar resolver problemas que se apresentam na realidade, este é o lado bom da leitura. Dependendo do meio em que vivemos podemos ter formas distintas de leitura; uma trabalhadora rural diz não saber ler por isso não entende a televisão, ela associa a leitura da tv com a leitura de textos por isso rompe com a mesma. Segundo a autora ela se conforma com o fato de não saber ler por que não lhe causa frustração diante da realidade, ou seja ela não era incapaz de aprender a ler textos escritos só preferiu se conformar com a realidade dela.
Saber ler e escrever significa poder e liberdade, devido a isso o acesso a leitura, ao conhecimento é tão restrito. A autora faz uma crítica aos livros didáticos que ela chama manual da ignorância que atrapalha o aluno a desenvolver o gosto pela leitura, é mais correto ao professor construir uma leitura com o aluno do que para o aluno.
Ler e interpretar um texto depende do estado de espírito que estamos, por isso a necessidade dos três níveis de leitura: sensorial, emocional e racional. Sensorial – neste tipo de leitura temos que saber que antes de ser um texto escrito, o livro é um objeto, tem forma, cor, textura, volume e cheiro. Emocional – ficamos frágeis e vulneráveis pois escapam ao nosso controle, por isso nos emocionamos quando vemos cenas românticas ou trágicas em filmes e novelas. Racional – é uma leitura intelectual, sensata e refletida, quando conversamos com o autor e acompanhamos sua linha de raciocínio para resolver questões impostas por ele.
ANÁLISE COMPARATIVA
Tanto Maria Helena Martins quanto Paulo Freire concordam que a leitura e o conhecimento nos dão poder, por isso é tão restrito, ambos tem opiniões comuns quanto a leitura, tanto que Maria Helena cita Paulo Freire, eles concordam que ler é bom e gostoso e não um sacrifício. Ela usa três níveis de leitura: emocional, sensorial e racional. Tais níveis nos possibilitam compreender que para haver uma boa leitura é necessário prática e um exercício de ler.
Paulo Freire conta momentos de sua infância onde tudo que precisar para aprender a ler foi a sombra de uma mangueira, um graveto e o chão do quintal. O exemplo de Paulo Freire nos mostra a leitura como sendo parte de nós. O que temos que fazer é conduzir esse conhecimento já existente desde sempre para a leitura da palavra escrita, já que a leitura de mundo é velha conhecida.
Paulo Freire conta momentos de sua infância onde tudo que precisar para aprender a ler foi a sombra de uma mangueira, um graveto e o chão do quintal. O exemplo de Paulo Freire nos mostra a leitura como sendo parte de nós. O que temos que fazer é conduzir esse conhecimento já existente desde sempre para a leitura da palavra escrita, já que a leitura de mundo é velha conhecida.
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