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domingo, 20 de março de 2011

A TODOS QUE NOS VISITAM, OBRIGADA PELO CARINHO. 
FICO MUITO FELIZ EM SABER QUE NOSSO TRABALHO TEM AJUDADO MUITAS PESSOAS PELO MUNDO!
A TAREFA DE SER PROFESSOR(ª) NÃO É FÁCIL, É MAIS UMA PROFISSÃO SOCIAL DO QUE EXATAMENTE PELO DINHEIRO QUE SE GANHA... MAS VER QUE O QUE SE FAZ SURTE EFEITO NA VIDA DE ALGUÉM, VALE MAIS DO QUE UM POTE DE OURO NO FINAL DO ARCO-ÍRIS NÃO É MESMO?
BJOS AMORES
BY RITA DE CÁSSIA

terça-feira, 8 de março de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E o Bom Senso Morreu

Texto recebido por email - circulante em vários sites e blogs - sem menção da Autoria ou tido como Autor Desconhecido.


Olá,

É com muita tristeza que lhe participamos o falecimento de um amigo muito querido que se chamava BOM SENSO.

E que viveu muitos e muitos anos entre nós.

Ninguém conhecia com precisão a sua idade porque o registo do seu nascimento foi desclassificado há muito tempo, tamanha a sua antiguidade.

Mas lembramo-nos muito bem dele, principalmente pelas suas lições de vida como:

"O mundo pertence àqueles que se levantam cedo"

"Não podemos esperar tudo dos outros"

Ou ainda:

"O que me acontece pode ser em parte também por minha culpa"

E também:

O BOM SENSO só vivia com regras simples e práticas como:

"Não gastar mais do que se tem"

E de claros princípios educativos como:

"São os pais quem dão a palavra final"

Acontece que, o BOM SENSO começou a perder o chão, quando os pais passaram a atacar os professores, que acreditavam ter feito bem o seu trabalho querendo que as crianças aprendessem o respeito e as boas maneiras.

Sabendo que um educador foi afastado ao repreender um aluno por comportamento inconveniente na aula, agravou-se o seu estado de saúde.

Deteriorou-se mais ainda, quando as escolas foram obrigadas a ter autorização dos responsáveis, até para um curativo no machucado de um aluno, sequer podiam informar os pais de outros perigos mais graves incorridos pela criança.

Enfim, o BOM SENSO perdeu a vontade de viver quando percebeu que os ladrões e os criminosos tinham melhor tratamento do que as suas vítimas.

Também recebeu fortes golpes morais e físicos, quando a Justiça decidiu que era crime defendermo-nos de algum ladrão na nossa própria casa, enquanto a este último é dada a garantia de poder queixar-se por agressão e atentado à integridade física...

O BOM SENSO perdeu definitivamente toda a confiança e a vontade de viver quando soube que uma mulher, por não perceber que uma xícara de café quente iria queimar-lhe, ao derramá-lo em uma das pernas, recebeu por isso, uma colossal indenização do fabricante da cafeteira elétrica.

Certamente você já reconheceu, que a morte do BOM SENSO foi precedida pelo falecimento dos seu pais, a Verdade e Confiança, da sua mulher, a Discrição, da sua filha, Responsabilidade e do filho, Juízo.

Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para três falsos irmãos:

"Eu conheço os meus direitos e também os adquiridos"

"A culpa não é minha"

"Sou uma vítima da sociedade"
Texto recebido por email - circulante em vários sites e blogs - sem menção da Autoria ou tido como Autor Desconhecido.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O que é Letramento ?

LOPES, Antonia Osima. Relação de Interdependência Entre Ensino e Aprendizagem. In: VEIGA, Ilma, P. Alencastro (org). Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 1996.

Antonia Osima Lopes especialista em Currículo Acadêmico. Mestre em
Educação pela UNICAMP. Assessora Pedagógica da FACID. Ex-professora de
Didática da Universidade Federal do Piauí.

No presente texto de Antonia Osima Lopes trata sobre a relação de interdependência entre ensino e aprendizagem, que embora se considere convencionalmente distintas da didática, neste texto vai discutir essa relação de forma indissociável. Abordando que pensar sobre a dinâmica ensino aprendizagem é tarefa que deve fazer parte do cotidiano dos professores, como forma de questionamentos para buscar solucionar os problemas da realidade do fracasso escolar gerados pelos altos índices de repetência.
De acordo com a autora o fracasso escolar há algum tempo era visto como um problema individual de cada aluno, mas passou a ser visto como produto de múltiplos fatores, tanto intra como extra-escolares. Dessa forma existe um estado permanente de aprendizagem que é o do nosso cotidiano, onde aprendemos uma infinidade de coisas em interação com os outros e o ambiente, diferente dessa forma há outro tipo de conhecimento o sistematizado, que acontece no seio da instituição escolar.
A escola é uma instituição social com a função específica de proporcionar aos indivíduos que a freqüentam o acesso ao conhecimento sistematizado, acumulado historicamente. Esse conhecimento sistematizado segundo a autora numa sociedade capitalista, como a nossa, é reservado ao conhecimento das classes sociais economicamente favorecidas, as quais, de forma ideológica o transformam em ideias e práticas convenientes aos seus interesses, buscando impô-las como verdades acabadas para as demais classes sociais.
Para Lopes a ação transformadora é aquela tratada como uma situação dialógica, como espaço de discussões, descobertas e transformações. Dentre as posições pedagógicas tomadas como base no referencial teórico-dialético a perspectiva sociointeracionista é um caminho que tem sido adotado como campo de reflexão e desenvolvimento para solucionar a crise da escolarização.
No texto de Lopes fica claro que a perspectiva sociointeracionista é vista como solução para levar os educandos a ter um conhecimento sistematizado, e tem que haver por parte dos docentes empenho para desenvolver novas práticas pedagógicas, utilizando os conhecimentos já existentes dos alunos com problemas que gerem conflitos e questionamentos, pois só assim vai se alcançar a tão sonhada ação transformadora na educação.

Assim ao refletir sobre a educação e o processo de ensino e aprendizagem podemos destacar outro assunto com grande relevância o “ensino e pesquisa”, o qual tem sido alvo de muitas críticas no que se refere à qualidade de ensino.
Ao pensar sobre a educação ensino aprendizagem e o processo de pesquisa percebe-se que essas críticas podem ser analisadas sobre o enfoque da relevância que essas pesquisas trazem para a educação, pode-se pontuar que:

“O fracasso e a inadequação das práticas escolares que tornam como base o conhecimento como produto estão evidentes e é esta situação que tem impulsionado os educadores a se debruçar sobre os paradigmas, na tentativa de caracterizar as diferenças que subjazem distintas propostas pedagógicas. Por outro lado, os esforços democratizantes de parcelas da sociedades procuram encontrar alternativas para favorecer maior equalização social, entendendo que a educação pode ser um componente fundamental da liberdade” (CUNHA, 1996, p. 124).


Logo podemos fazer uma relação entre essas temáticas discutidas por muitos teóricos com o intuito de melhorar a qualidade de ensino, dessa forma tanto ensino e aprendizagem como ensino e pesquisa são considerados por muitos uma relação distinta, mas o que podemos perceber nessas relações é que uma depende da outra.
A educação vem sendo colocada como panacéia, ou seja, o remédio para todos os males, onde é preciso observar que o fator chave está relacionado às ideologias das classes dominantes, a qual não interessa um ensino de qualidade.

Assim no processo educacional brasileiro perpassam-se momentos que não fogem das conjunturas existentes. Porém o encontro do ensino e da pesquisa como o do ensino aprendizagem, deveria constar das práticas pedagógicas dos professores como fator primordial na sua atuação, haja vista que a educação, por maiores problemas que possa apresentar, é fundamentalmente ideológica.
Nessa perspectiva, a didática é a arte de ensinar e deve ser usada pelo professor para promover condições para superação do estado de exploração predominante na sociedade capitalista. Portanto, é importante salientar qual o papel da educação no processo de ensino e aprendizagem como no de ensino e pesquisa, que identifique alguns aspectos de relevância para melhorar e incentivar o aluno a uma reflexão teórica e crítica de sua atuação como co-autor de sua aprendizagem.



REFERENCIAS

CUNHA, Maria Isabel da. Relação ensino e pesquisa. In: VEIGA, Ilma, P. Alencastro (org). Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 1996.

LOPES, Antonia Osima. Relação de Interdependência Entre Ensino e Aprendizagem. In: VEIGA, Ilma, P. Alencastro (org.). Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 1996.

Leirinalva Alves de França

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Pequeno Príncipe



Ola queridos visitantes do nosso blog, nesses meses de férias tive o prazer de reler e assistir um clássico da literatura infantil “ O Pequeno Príncipe”, que é também um livro de adulto, “pois todo homem traz dentro de si o menino que foi”. Alguns escritores não o considera uma literatura infantil, por tratar de alguns assuntos cujo para “eles” as crianças não são capazes de entender, estes assuntos trazem alguns questionamentos sobre : a preguiça, o orgulho, a vaidade, a autoridade, a ganância, o compromisso,fidelidade e principalmente sobre a amizade
O livro retrata a imaturidade dos adultos em compreender as crianças, necessitando sempre de uma explicação. Mostra a inocência e imaginação da criança, o verdadeiro valor da amizade. Umas das partes que mais gosto e que irá discorrer sobre esse tema é quando encontra a raposa. Segue abaixo:

"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia - disse a raposa.
- Bom dia - respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui - disse a voz -, debaixo da macieira...
- Quem és tu? - perguntou o principezinho.
- Tu és bonita...
- Sou uma raposa - disse a raposa.
- Vem brincar comigo - propôs o principezinho. - Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. - Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa - disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
(...)
- Eu procuro amigos. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida - disse a raposa. - Significa "criar laços"...
- Criar laços?
- Exatamente - disse a raposa. - Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil garotos. Eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro.
Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
(...)
- A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa. - Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
(...)
- Os homens esqueceram essa verdade - disse a raposa. - Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... - repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
Só se ver bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos. Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que a fez tão importante. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Só as crianças sabem o que procura,só as crianças conhecem o verdadeiro sentido das coisas.
Portanto, indico que trabalhem esse livro com as crianças, pois elas são altamente capazes de entende-lo e compreende-lo. Falo com tanta convicção, pois já fiz o teste. Vivemos em um mundo onde sentimentos, valores, virtudes estão sendo esquecidos, e nada melhor do que plantar essas sementinhas desde de cedo, e esse livro é umas das melhores formas de dar início a virtudes tão necessárias e importantes para a nossa convivência e o bem –estar de si próprio. Quem já teve o prazer de ler irá de concordar comigo e para quem não leu segue abaixo o link.
http://pt.scribd.com/doc/507625/pequeno-principe
Tenha uma boa leitura!!!!!
E quem quiser assistir o filme ele está disponivel no you tube.
Aproveite!!!



Maria Jucineide de Sousa